BUSCAS III

•fevereiro 2010 • 1 Comentário

Muitas confusões na minha mente
Sentimentos confusos
Desejos confessos
Melodias com fusas
Ferramentas parafusos
Dias profusos

Que loucura
Vem e vai
Sinto e dissinto
Quero e desquero
Vejo e desvejo
Velo e desvelo

Para onde vai os sentimentos?
Cada semana passada algo novo
Alguém novo
Alguém especial
De repente
Alguém espacial
Isso mesmo, fora de órbita

Os meus desvarios me enlouquece
Os desvarios meus enlouquecem
Enlouquecidos meus desvariantes

Sinto meu coração batendo forte
Achei que era amor
Era muito pequeno, muito fugaz
Tanto ridículo quanto impossível
E eu que dava a minha vida
Mentira! Ela sim quem daria
E eu nada

Só quero gozar
Prazer, meu nome é Johanes
Quero curtir, me dê um pouco de amor
Deixa eu ficar aqui com você
Me leva junto, pra qualquer lugar

Me deixa só em qualquer ponto
Como já disse
Minha mente está confusa demais
Cansada demais
Pensante a mais
Relutantes por demais
A mais, a mais, a mais

Amai!

Vós amantes, amai, amai,
Amadores amai, amai
Desertores do amor
Amai, amantes a mais!

Nunca deixe de amar
Que seja somente amar
Amar de qualquer jeito
De qualquer formar amar

Amar,
mas minha vida está

Confusa
Profusa
Difusa
Usa

Me usa
Me usa
Me usa

BUSCAS II

•janeiro 2010 • 1 Comentário

Hoje eu queria deitar no colo da lua e chorar.
A lua, essa senhora velha e gorda,
Que mais parece uma avó.

Amarela como minha vó branca.
Hoje eu queria era colo de vó.

Eu diria pra todo mundo, eu não sou forte.
Sou de barro. E quando choro e amoleço, é que sou moldado.
Por isso hoje eu precisava do colo de vó pra chorar.
E me aconchegar num colo gordo, sem medo,
E me desatar o choreiro numa poça,
E me moldar ao esse colo e aos seus dedos,
Que me acariciariam o cabelo em roldanas.

Que me içavam pesado pra Lua,
Pra lá que eu ficasse leve,
Pra lá que estivesse só,
Pra lá que eu visse tudo,
A festa inteira, desde o lado obscuro
Até quando o dia clareasse.

Hoje eu queria, mesmo que um colo amarelo,
Um colo que de dia me sussurrava,
E que de noite me aquecia.
Um colo que me queria,
Um que me esperava!

MEU PENSAMENTO

•janeiro 2010 • Deixe um comentário

Essa é uma das canções que estará no meu CD demo “Fio da Meada”, que está em fase de preparação. Espero que você curta e comente!


MEU PENSAMENTO

Saio de madrugada

Por que me ocupa a mente

Então sono não vem

Eu nessa encruzilhada

Andando pela calçada

Quem derá uma folha seca

Me trouxesse você

Arrancada pelo vento

Me escondo pelas beiradas

Qualquer sombra numa esquina

Me desespero, será você?

Eu nesse sofrimento

E o meu pensamento,

Voou pra bem longe pra lhe encontrar

Voou pra bem longe foi pra lhe buscar

Voou pra bem longe sem saber voltar

Cadê você???

No meio da madrugada

O meu pensamento

Não quer aterrissar, sem ter você

Perdido nesse momento

Caio nessa parada

Devaneios e miragens

Enlouqueço sem você

E me levam com o tempo

Eu e a madrugada

Acalentado pelo vento

No meio da escuridão

Deitado numa calçada

Sinto na minha cara

Qualquer gota de orvalho

Acariciando meu coração

Enchendo o meu pensamento

Lhe vejo numa sacada

Era sonho relance

Debruçado no violão

No meio dessa jornada

HOJE ESTOU TENTANDO DESCOBRIR ONDE FOI QUE TUDO COMEÇOU

•janeiro 2010 • Deixe um comentário

O mundo é repleto de possibilidades. Assim é a vida. A estrutura dela é um infinitude de possibilidades. Como se fosse uma complexo algoritmo de milhares de milhares de procedimentos de condição: Se. Se eu fizesse isso, se aquilo, se fosse, se não. Se eu fosse seria assim, senão assado. Senão se então, e uma gama de possibilidades impossíveis de serem descritas, por que essas pequenas escolhas incentivadas pelas nossos procedimentos condicionados, acontecem aos milhares em nossa vida, diariamente.

Rodeados de possibilidades, cada uma dessas escolhas em um ínfimo “se”, nos trouxe hoje diante do “se” que mais nos atormenta e tira o sono. Se tivesse me casado, se não, se eu estudasse mais, se eu tivesse escolhido aquele curso, se não tivesse terminado esse namoro, se decido pela minha vocação, onde eu estaria hoje?

Eu formei num curso técnico em Processamento de Dados e trabalhei um tempo como programador de computadores. Esses procedimentos de condição era o que eu mais pirava e curtia quando programava. Alguns softwares trabalham com vários procedimentos condicionais intercalados. Essa era uma das maneiras de entender o que um usuário gostaria quando fazia algum simples movimento no mouse.  Bobeiras como se direita, se esquerda, se X=123px.

Hoje eu ‘tava’ pensando na vida, quando eu programava, qualquer erro num desses procedimentos condicionais, jamais levaria os usuários aos resultados esperado. Muitas das vezes, pequenos erros de sinais ou variáveis, ou um simples erro de lógica impediria todo o projeto de funcionar corretamente. E então, era necessário voltar linhas e linhas de programa corrigindo todos os procedimentos intercalados de condição.

Não é diferente na minha vida. São várias condicionais, refletindo no meu dia-a-dia. Várias opções, possibilidades, decisões. Intervindo muitas das vezes naquilo que eu esperava do meu futuro quando então ele se torna presente. Numa programação há possibilidades de voltar e rever um procedimento e corrigi-lo. Na vida, muitas das vezes não. Mas não por isso menos importante voltar e rever nossos caminhos e nossas decisões. Algumas vezes não vai dar para voltar e refazer o procedimento, mas a partir dali perceber muitas outras possibilidades que no momento da escolha pareciam impossíveis de se apreender. Noutras vezes, seremos hábeis de voltar e recomeçar, e faze de novo, diferentemente.

É o que penso de um conselho dado na bíblia, sobre lembrar de onde se caiu e se arrepender e voltar a fazer as coisas do início. Outras opções, outras possibilidades. Hoje é aqui que estou eu, tentando lembrar onde foi o começo de tudo e quando foi que tudo mudou. Se houve procedimento de condição, então em algum momento algo mudou daquilo que foi proposto primeiro, então devo voltar onde tudo mudou e retomar às primeiras proposições. Senão, tudo deve estar na mais perfeita coerência, do jeito que Deus sempre quis.

Abraços!

RENOVANDO A ESPERANÇA

•janeiro 2010 • 4 Comentários

Desgastada! É assim que sinto a esperança hoje.

Aparenta-me que todas as coisas, pelo menos quando se vê as noticias na tevê ou na net, tendem a nos sugar o restante da esperança que temos. Falta tanto, falta tudo! Acabamos por nos atentar tanto para a necessidade, e não somente a nossa, mas também a dos outros. Tantos desastres perto demais, que quase podemos sentir o cheiro do caos que nos tem acometido.

O Medo do futuro, do desconhecido. Temos a sensação do futuro em sobressalto, e às vezes podemos achar que isso é expectativa. Hoje esperamos mais a surpresa do que a certeza. Na verdade nossa unica certeza é de sermos surpreendidos a cada dia. E assim nossa esperança se esvai. Aos poucos, vai se tornando algo diferente e estranho. Inominável. Preocupante. Por que não sentimos que não estamos vivendo e sim sendo levados pelos acontecimentos.  Vamos sobrevivendo aos fatos. Somente correspondendo aos sobressaltos.

Precisamos de algo que, urgentemente possa renovar nossa esperança. Eu preciso de algo que renove minha esperança hoje.

Engraçado, pois dia desses estava conversando sobre a vida e alguém me disse sobre alguns sentimentos e opiniões que eram antigas demais diante da realidade que vivemos hoje. Coisa como responsabilidade, compromisso, lealdade, esses valores antigos que se perderam. Fiquei pensando sobre esses valores antigos que temos visto se perder diante de nossos olhos. E num ímpeto dos meus pensamentos falei para essa pessoa, Não são antigos, são Absolutos. Não sãos os valores que se perderam, somos nós que nos perdemos. Nós que abandonamos o Absoluto!

É isto, somente voltar para onde me perdi e redescobrir aquele que pode determinar os absolutos na minha vida é que pode em mim reacender a esperança. Não uma esperança que desconsidera as aflições e sofrimentos, mas uma esperança provocada por elas. Uma antecipação prazerosa sobre aquilo que com certeza, mais dias ou menos dias, há de vir.

Como nos aconselha Paulo, para termos um senso de reconhecimento antecipado sobre as evidências de Deus e suas promessas e realizações por nós e sobre nós, mas termos esse mesmo senso de reconhecimento nas tribulações ou aflições e adversidades pois elas trabalham e produzem paciência que produz experimentação e confirmação dessas verdades, comprovação de que elas são válidas. Que gera mais uma vez, em nós, esperança. Essa antecipação prazerosa sobre aquilo que com certeza, mais dias ou menos dias, há de vir.

Hoje, eu estou precisando de rever essas verdades absolutas de Deus sobre a vida, sobre a realidade, e pacientemente ver renascer em minha alma, a esperança. O senso de reconhecimento e percepção da profunda influência de Deus sobre todas as coisas e seu domínio e poder. E isso que estou buscando hoje.


Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Romanos 5:1-5



NOVO ANO!

•janeiro 2010 • Deixe um comentário

Estamos no ano 10. Século 21. Terceiro Milênio. Terceiro dia, 3 horas da madruga. Eu impelido pela falta de sono. Talvez por minha mente inquieta que não para de pensar e avaliar e discutir e perscrutar o indescritível. Sei lá. Tenho tantos sonhos, tantos desejos quantos desafios, que me tiram o sono. Talvez seja esse um efeito do início do novo ano.

Um dos pensamentos acometidos era sobre possíveis mudanças que gostaria de passar neste ano. Engraçado, começa o ano começa as provisões para mudanças e transformações esperadas, começa as elucubrações sobre o inacessível futuro.


Como se fosse capaz prever o imprevisto. Como se pudéssemos tornar real o impossível com as nossas próprias mãos.

Nesse momento insano meu, começo a lançar sobre Deus toda a minha ansiedade, que gerada nessa dantesca (p)ensandecência, e junto começa brotar a expectativa de que talvez seja capaz realizar muito mais do que eu possa pedir ou pensar, como diria Paulo. Instantes envolvidos nesse movimento de lançar, largar mão das minhas ansiedade, caio em mim.

A unica coisa que me limitaria em realizar tantas ou quantas outras é a minha incessante teimosia em excluir Deus das minhas decisões. Em mantê-lo distante o bastante daquilo que eu sonho e desejo. Como se não fosse assunto para ele. Ou como se não fosse importante esses pormenores para Deus, afinal preocupado demais para gastar seu divino tempo em minhas demoras.

Sei que é difícil acreditar, confiar, se lançar. Gastar tempo num solilóquio (acreditamos que ele nos ouve, mas quem vê de longe pensa que estamos falando sozinho) dialogado com Deus. Colocando suas idéias sobre a mesa, ouvir os conselhos e considerações dele. Discutir, reclamar, aceitar, ajustar, discordar e conforma-se a Ele. Ou não. Precisar de tempo, de ouvir opiniões, dos conselhos dos outros. Da comunidade. Do apoio. Dos amigos. E no fim, enfim, conforma-se!

Eis a minha conclusão: Sem Deus, nada podemos fazer. Nem os planos, nem realizações.  Nada poderíamos fazer. Mas Deus quis fazer conhecido a nós esse mistério, de que hoje, agora, podemos participar todas as coisas, todos os nossos sonhos, nossos desejos, nEle. Podemos participar da vida dEle em nós. Em Cristo, agora, nesse exato instantes somos aceitos por Deus, como filhos, dignos da sua presença, da sua opinião em nossas demoras. Cristo em nós, expectativa do sucesso, do êxito, do acerto, da vida abundante, da realidade verdadeira. A esperança da glória.

Essa é um das possibilidades de realizações desse NOVO ANO. Tornar todas as coisa reais nEle, por Ele e através dEle.

ANO DE LUZ

•dezembro 2009 • 3 Comentários

Eis o fim do Ano. Quantas coisas aconteceram. Muitas, boas e ruins. Algumas deixaram marcas, outras supérfluas. Para muitos, ano de prosperidade. Para outros, mesmo que indevidamente, de escassez. Nesse fim de ano, novamente desejaremos a muitos os votos de um novo ano próspero. Mas eu quero desejar para todos, um ANO DE LUZ

Próspero, falar sobre aquilo que vai bem, que se desenvolve bem, favorece, ajuda, que se tem bom êxito, que por sua vez significa resultado ou saída (como no inglês, exit=saída). Apesar de sempre pensarmos em prosperidade mais a titulo de entradas do que saídas. (piadinha infame).Por que a luz tudo manifesta

Luz é aquilo que torna os objetos visíveis, como nós aprendemos em física e os fotógrafos concordariam. Na bíblia, fala-se sobre o Pai das Luzes, aquele em que não há nenhuma variação e nem sombra. Totalmente iluminado. Aquele que torna todas as coisas visíveis, diante de quem nada pode ser escondido, oculto, em quem não pode haver treva alguma. E somos convidados a permanecer na luz assim com o Pai na luz está, e assim poderemos ter comunhão com Deus e com os outros seres humanos. Honestidade. Luz.

Por que a luz tudo manifesta. Daí eu começo a rever o meu ano que finda. Será que muitas das coisas que não tiveram resultados, êxito, não fora por estar oculto, obscuro, em trevas. Talvez faltasse luz para que eu pudesse enxergar todas as saídas, logo, toda a prosperidade. Ou mesmo, pela falta de luz, pela obscuridade e treva que eu me vejo envolvido, que me impeça de ver completamente conforme a verdadeira realidade daquilo que era. Me impedindo a gratidão, me impendido de crescer e aprender com os erros, falhas, não-resultados e tristezas. E também, às vezes, me impedindo regozijar com aquilo que de êxito houve.

Por isso, eu decidi desejar para minha vida e para todos que me rodeiam, e também a você que me segue aqui no blog, me prestigiando com sua participação e presença, que no próximo ano sejamos todos inundados pela luz, que está em Deus. Que todas as coisas sejam esclarecidas e tornem se visíveis, tanto as boas quanto as ruins. E que vendo todas as coisas como realmente são, possamos mudar, transformar nossa tristeza e alegria. E encontrarmos êxito e satisfação! Que nada passe despercebido por nós. E que lúcidos de toda a realidade, possamos passar por um ano repleto de gratidão. Que seja esse o nosso êxito, a saída, o nosso resultado no final do próximo ano: gratidão!

SATISFAÇÃO

•dezembro 2009 • 1 Comentário

Salmo 37: 1-5

Confie no Senhor e faze-o bem: habitarás a terra e, verdadeiramente se alimentará; Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e tudo ele fará.

Vivemos num mundo hoje,

De medo, de sofrimento; (violência)
De ganância e de luxuria; (prazer)
De individualismo e hedonista; (egoísmo)

O Salmista instruiu o seu povo que apesar do mundo e de tudo que havia nele, valia a pena confiar no Senhor. E um ponto que eu gostaria de focalizar é no versículo quatro do Salmo 37;

Deleita-te, ou em algumas versões agrada-te, que:

Implica em encontrar satisfação em Deus;
Em que é preciso estar satisfeito nele;
E que ele seja a minha satisfação, o meu prazer.

O mundo hoje nos diz que precisamos ter prazer. Compra-se por prazer, trabalha para manter e produzir prazer. Vivemos para consumir em prol do nosso prazer. Mas o que o salmista nos aconselha é que nosso prazer deve vir de nenhum outro lugar senão do Senhor. Esse texto, fala comigo intensamente sobre satisfação, gratidão, sobre reconhecer em Deus minha fonte de prazer.

Se, tenho no Senhor a minha fonte de satisfação, quais serão os desejos do meu coração, se meu foco de desejo é estar agradado pelo Senhor, satisfeito nele?

Engraçado que o salmista não me convida a agradar ao Senhor, mas estar agradado dele, satisfeito nele. Se eu encontrar satisfação no Senhor, o desejo do meu coração pode se conformar ao dele; à sua vontade, aos seus planos. Se estiver satisfeito ou agradar-me no Senhor, grato nele, por ele, isso me levará a reconhecer nele quem ele é e em quem confio e tenho colocado a minha vida, ou tenho necessidade de colocar ou entregar minha vida.

Na Carta aos Hebreus, fala se sobre o quanto é impossível agradar aDeus, se eu não me aproximar dele acreditando que ele galardoa aqueles que o buscam. A carta escrita numa época em que pessoas viviam desanimadas por causa do mundo e com conflitos sobre ser desse mundo ou crer na vida e nas promessas de Deus por meio de Jesus, e muitos estavam abandonando a fé.

O ápice do livro é quando autor aborda a fé e suas implicações na vida dos homens (Abraão, Moisés, Elias, Sansão (?), Maria, Raabe (?)) que viveram na história bíblica. Em Hebreus, o texto bíblico nos propõe que é impossível agradar a Deus. Talvez fosse consensual para os hebreus, o entendimento sobre ser impossível agradar a Deus e que a única forma então de se aproximar dele era em gratidão e satisfação por poder se aproximar de Deus, pela fé, acreditando que ele existe e galardoa, beneficia, (cor)responde àqueles que o buscam. Satisfaz o desejo do coração daqueles que o buscam.

Alguns pontos que me enche o coração de Prazer e gratidão é entender e acreditar que:

  • Apesar de ele ser Deus e Santo, permite que eu pecador me aproxime dele;
  • Apesar de governar todo o universo com o poder de suas mãos, ele se preocupa com os desejos do meu coração, com todos os desejos do meu coração;
  • A forma mais fácil de agradá-lo e estar grato sobre ele, nele, por ele;

Nosso mundo é como está por que:

  • Todos pecaram, e essa é a condição da humanidade hoje. Pecadores, que carecem da graça de Deus;
  • O mundo jaz do maligno. A maldade permanece nesse mundo e tem dominado o ser humano;
  • O pecado separa ou distancia o homem de Deus e dos seus propósitos eternos para o homem, e não somente para o homem, mas também para o mundo, inteiro;

Como encontrar satisfação hoje?

No salmo 37, vemos em todo tempo a tensão entre aquele que busca a Deus e aquele que vive de acordo com suas vontades e seus desejos. Então me atrevi a escrever alguns razões para que eu prefira me deleitar em Deus a nas coisas que esse mundo pode me oferecer. São algumas características de Deus que eu tenho mantido na minha mente e coração em todo momento;

Por que…

  • Deus é Deus; Ele é soberano, e todas as coisas estão sujeitas a ele, existem por causa dele e existem nele. Ele é o criador de tudo;
  • Deus é bom; Todas as coisas que Deus faz são boas; Por que a essência de Deus é ser bom.
  • Ele é fiel; Logo ele nunca poderá negar a si mesmo, deixando de cumprir sua palavra; Eu nunca vou ser traído por Deus, apesar da minha maldade e de muitas das vezes eu deixá-lo por buscar prazer em outras coisas nesse mundo;

Onde você tem buscado prazer? Você tem motivos hoje para se descobrir satisfeito em Deus? Vamos fazer isso nesse momento! Quero que gaste um tempo, alguns minutos pensando sobre hoje, essa semana, quais são as coisas que você vai precisar encontrar satisfação em Deus e confiar nele, e entregar seu caminho para ele. Será que você vai confiar mais nas coisas que o mundo te oferece para satisfação do que o Deus Soberano Criador de todas as coisas?

Meus 30

•dezembro 2009 • 5 Comentários

Resolvi postar meu último post antes dos meus trinta; O se vira nos 30. (risos)
Quanto tempo já passou, mas ainda não passou nada ainda.
Para alguém com expectativa de vida beirando os 80 anos, não estamos nem mesmo na metade.

Águas ainda rolarão por baixo da ponte e se tendo bons ventos, meu barco vai rumar ao infinito, sempre!
Se eu remedar o mestre: agora que começou o meu trabalho público.
Se eu for pensar na maturidade e na confiança, na possibilidade de estar firmado numa identidade com sentido de vida e realidade. Uau! Tudo apenas começou, apenas começa agora.

Agora sim consigo ver melhor os traços daquilo que era somente um esboço.
Até pouco tempo atrás, eram apenas rabiscos. Indecifráveis.
Hoje, parece que algum desenho mal traçado começa a ser identificado.
Sim, está muito mais claro e próximo de ser compreendido;
Mais que rabiscos, um cenário;
Mais que palavras soltas, um enredo;
Mais que fatos e situações alheias, uma trama;
Boa trama essa! Minha trama!

Me sinto hoje mais pronto, para enfrentar o tempo.
Meu único inimigo nessa vida.
Não há mais nada de novo, agora é somente ser.
Ser simplesmente aquilo que até aqui tenho aprendido que sou.
E tenho espaço pra muito ainda na minha vida.
E isso que eu quero, mais apredizado, mais vida, mais amor, mais paz, mais sucesso, mais amigos, mais família, mais…

DEUS, ele não faz diferença entre pessoas.

•dezembro 2009 • 1 Comentário


Fiquei pensando essa semana sobre o quanto somos falhos sobre nossa acepção no tocante ao próximo. Pelo menos, eu sou! E fico entristecido quando, olhando ao meu redor, percebo que sempre estou escolhendo em preferência alguém em detrimento de outrem. Principalmente, e o que mais me incomoda nisso, eu sendo um cristão não deveria fazer acepção, ou diferença entre pessoas, tal como Deus não o faz.

Isso muito me incomoda. O quanto somos rápidos em determinar os padrões, os estilos em que os outros se enquadram. Quanto julgamos feio ou bonito, certo ou errado. E não o fazemos por que queremos ajudar as pessoas a crescerem ou mudarem, pois não bastasse as pessoas que nos rodeiam, amigos e familiares que são frequentemente alvos ocultos de nossas acepções, também agimos assim tanto menos oculto com os alheios. Sim, com pessoas que não sabemos o nome, não conhecemos, não vamos rever jamais, alvos móveis de nossa acepção.

Um do significados da palavra acepção é significação e interpretação. Também podendo significar escolha e preferência. Em ambos os significados tem pesos nas nossas atitudes. Primeiro, por que teimamos em interpretar, ou compreender e dar sentido para a vida dos outros. É engraçado como quando vimos alguém com uma roupa incomum, ou que não ‘bate” com aquilo que aceitamos como adequado, tencionamos interpreta-lá ou dar-lhe signifcado ou rótulo de brega ou de “nossa que pessoas mais feia.” Determinamos o sentido da vida daquela pessoa por uma má interpretação baseado na minha concepção de certo ou errado, feio ou bonito. Ou nas predeterminações vazias e mercadologicas.

Ok! Até aqui está tudo bem. Não quero ser o chato que vai ficar implicando com as pessoas por tecerem seus maliciosos comentários da vida alheia ou não. Mas eu acho que essas coisas podem ser perigosas e creio que sim, pelo segundo significado da palavra. Muitas das vezes, diante da nossa interpretação ou significação do outro, nós nos colocamos na situação de escolher ou preferir as pessoas. Como se pessoas que se vestem com roupas de marca, ou com certo tipo de cores, ou certo estilo, pudessem ser melhor aceitas por nós. E nessas proposição, acabamos por aceitar as pessoas somente quando elas corroboram nossos ideais. Ou melhor dizendo, com quem temos afinidades. Quando essa ou aquela não fere os nossos parametros de beleza, de educação, de inteligência. Não nos rebaixa ou mancha nossa reputação. Não nos torna impróprios.

Percebe como pode ser perigoso. Como podemos entrar num circulo de analise das pessoas, de interpretação e significação das pessoas, de acepçao, e aceitação conforme nossa escolha e preferência. De acordo com nossos parametros mediocres, individualista. Percebe que, muitas vezes nós, como cristãos, fazemos esses tipos de acepções com qualquer um que esteja ao nosso redor?

Estava lendo acerca da epoca em que Paulo escreveu esse versículo. “Deus não faz diferença ou acepção entre pessoas.”, numa cultura onde, os religiosos da época, menosprezavam as mulheres, pois elas eram semi-humanas (como se, ser humano fosse ser homem simplesmente), menosprezam os estrangeiros que eram considerados menos que uma besta de carga, e os escravos eram considerados como animais, como um jumento. E Paulo afirmava que o evangelho radival não fazia separações entre pessoas. Que Deus havia criado a humanidade, macho e fêmea, a sua imagem e semelhança. A todos os seres humanos. Razão pelo qual todos os seres humanos são dotados de dignidade e valor.

Se Deus, jamais fez acepção, deu preferência, escolheu um sobre o outro, jamais diferenciou um ser humano do outro, por que eu vou ficar preconceituoso acerca do próximo por questões tão frívolas e banais como estilos, gostos, desejos, escolhas. Simplesmente escolhas diferentes. Como um bom cristão, deveriamos lutar contra qualquer tipo de preconceito.

PRECONCEITO : [(pre- + conceito), s. m.,¹. Ideia ou conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério ou imparcial. ². Opinião desfavorável que não é baseada em dados objetivos. = intolerância.]