Responsabilidade

•Setembro 2009 • Deixe um comentário

Essa foi uma palavra que foi muito gasta hoje. Responsabilidade: habilidade de responder por suas ações (palavras, idéias e etc), ou pela dos outros ou pelas coisas confiadas.

Responder. Corresponder. Resposta. Como é difícil responder. Estava pensando sobre como ser e ter respostas em cada situação, comprometendo-me e assumindo os riscos totais das minhas respostas (verbais ou não, expressas ou não). Como ser certo e necessário em situações que exigem de mim um posicionamento? Como manter o compromisso mesmo quando o posicionamento o torna impraticável?

Imagino que responder essas perguntas seja realmente dificíl. E isso me faz crer mais ainda, o quanto responsabilidade é um fato a ser pensado e repensado. Ouvindo e falando sobre esse assunto hoje, me fez perceber o quanto é necessário decidir ser uma pessoa responsável. O quanto eu tenho sido uma pessoa responsável. E você?

“Que a sua palavra, quando for sim permaneça sendo verdadeiramente sim e quando for não permaneça sendo verdadeiramente não.” Jesus Cristo

verdadeiramente

Gratidão

•Setembro 2009 • 1 Comentário

O simples fato de estarmos vivos, ainda, é razão exponencial para não pararmos de agradecer. Essa deveria ser a premissa básica do cristianismo contemporâneo. Temos acesso e conhecimento necessário para aferirmos sobre o que a graça promove em nós. E tudo isso aponta para uma única decisão, a de ser grato.

Gratidão, ou o tão famigerado “obrigado” brasileiro, obrigando-nos à Deus.O interessante é que a gratidão não é estática, mas sim dinamiza toda a nossa realidade e é efetivada nas ações e nos fatos. Aceitarmos a Cristo, ou melhor, aceitarmos a ACEITAÇÃO de Deus à nós consumada na obra de Cristo na cruz, deveria demonstrar satisfação e gratidão. Porém, algumas vezes demonstra em nós orgulho e vaidade. “Sou aceito por Deus”, acho que eu realmente merecia isso. Blargh!

Será que não ficou claro o bastante, para nós os seguidores do Livro, que em toda a história os homens falharam em agradar a Deus? Que foi preciso uma intervenção divina crucial para nos tornar definitivamente aceitos por Deus? E que sem essa intervenção estaríamos simplesmente destinados à falência infernal, trucidados pelo mal? O que ainda precisamos para escolhermos, sim decidirmos, nos direcionarmos agressivamente para atos, atitudes de gratidão, ou as ações de graça (feitos que demonstram o meu reconhecimento sobre intervenção crucial divina)?

Quiça teremos que novamente crucificá-lo para que, enfim, nos atentemos para Ele, reconhecendo que verdadeiramente tudo o pertence e que queremos parar de ignorar aquele que está em tudo e em todos?

Isso deveria mover o cristão contemporâneo, a ser hoje participante ativo dessa intervenção crucial divina doando sua vida para que o mundo o reconhecesse. Isso sim é GRATIDÃO.

A hipótese mais assustadora no Cristianismo que no entanto pode ser a mais libertadora é: o fato de que eu seja aceito por Deus assim mesmo como eu sou. (Marco Faria)

PELE MORENA DE NÁ

•Setembro 2009 • Deixe um comentário

PELE MORENA DE NÁ

Do cheiro ao sabor

Da terra, uma flor

Seu tom, meu amor

Me alucina o olhar


Pra que tanto ver

Me embriaguei de você

Fiquei sem entender

Do mistério

Da pele morena de Ná


Eleger sua cor

Como tom do amor

Sem saber se eu vou

Desmitificar

Quem vai explicar

A pele morena de Ná


O mito

O jeito

O caminho

O rebolado

O seu carinho

Quero você ao lado

Com você longe daqui

Eu a te abstrair

Não posso pensar no mar

Sem lembrar

Da pele morena de Ná


PALAVRAS PRA LHE CONTER

•Setembro 2009 • 2 Comentários

Tirei um tempo pra lhe colocar no papel, mas acho que você não cabe nas palavras. Acho até maldade defraudá-las. É tão complexo o ofício de lhe escrever e depois, tenho medo de desmerecer em algum aspecto você. Então, fiquemos combinados, em nada me desminta e se, por um acaso eu disser algo que seja simplesmente pra lhe enobrecer, de tal modo aceite. E por favor, não se aborreça com minha modesta sinceridade, pois afirmo, se digo o que penso, logo, acredito no que digo. Não contrarie minhas crenças, afinal seria desacreditar da minha amizade e dos meus sentimentos por você.

Há muito tempo comecei a lhe observar. Verdade! Observar o tráfego do seu perfume pela a vila, o seu rastro, as suas marcas, seus contornos mais densos no meu mundo. E percebi que, vira-e-mexe, você volta no mesmo lugar e olha ao longe – Com medo? Não sei – contida apenas por um breve suspirar. Por que será? Quando eu falo você presta tanta atenção, como se eu falasse de coisas em comum para nós e assim com este reflexivo olhar me fita, me desbarata sem dó. Ainda vai reclamar de mim, do meu jeito, meus modos e a falta que me fazem, mas não posso deixar de explanar sobre o que me causa esse olhar. Os meus pensamentos são confusos quando penso em discrição, principalmente a respeito do que sinto, quando sinto e porque… mas nunca por quem, pois seria pouca astúcia da minha parte entregar tão fácil o larápio.

Esses olhos, dóceis, amáveis, de alguém que me respeita e que me diz claramente a sua pupila, do quanto você ama a verdade. Me defronta com minhas intenções e já nem posso mais tentar jogar com as palavras – jogo qual não se aprende nas escolas, senão a da vida – nem com olhares, pois logo já me diz seus olhos, basta. Você, tão enclausurada que mesmo acercada de tanta gente consegue está segundos sim outros não com você mesma jogando os dados. E ganhando ainda por cima. Me vejo totalmente desarmado quando você me fita assim, daí entendo que você sabe muito mais do que eu estava dizendo do que o próprio eu e também que já elaborou a sabatina sobre meu assunto. Me amedronto pois sinto que estou criando um monstro quando estou com você falando, pois sei que mais dia menos dia, todas as minhas palavras serão dadas na minha fuça, minha Cara. E tem mais, normalmente, nunca palpita em determinados assuntos, somente ouve, poucas vezes argumenta, mas não define, não se revela. E eu amo!

Não é difícil se apaixonar por você, é só mistério, atrai as pessoas como a gravidade nos atrai a terra e como em todo campo misterioso as pessoas ponderam, mas você também, nunca expansiva sempre tão retraída e ponderada. O único problema que eu tenho aqui com você é que às vezes – quase todas – você age e me surpreende, então eu nunca sei quando você vai me atacar e fico sempre a espreita pra dar o bote e… sempre surpreendido antes por você.

Não sei se você tem muitos amigos, mas percebo que valoriza demais os que têm e faze os merecer sua amizade. Está aí um atributo seu. Companheirismo. E por que não dizer lealdade? Deste eu não posso me assegurar sem o seu total consentimento. Afinal, compromete-la com minhas palavras não objetivo. Também não posso me comprometer, pois simplesmente estou depondo do que vi e testemunhei, porém se isso me torna cúmplice seu, não fujo, antes afirmo que tal fora o que me conquistou.

E eu ainda nem falei do seu sorriso e de sua beleza, enfim Linda. Assim com ´L´ maiúsculo, com todo cuidado pra palavra não se ensoberbecer. Não nego, eu conheço muitas pessoas belas, mas a sua beleza é diferente até mesmo da sua própria imagem no espelho. Acho que é por isso que você acha que eu minto quando falo que é Linda. O espelho é indigno de refletir tamanha beleza, razão da qual não deve lhe acreditar de nada. Seu sorriso é antes de tudo, uma expressão verdadeira do que você sente. E não me contenho em dizer que muitas vezes lhe vi experimentando a felicidade, julgando pelo sorriso. E só de ver, quis a felicidade também. Acho que não preciso descrever muito, pois felicidade tem alegria, que tem força, que tem vida, que tem amor, que é origem e propósito de todas as coisas.

Me falta palavras pra continuar esse depoimento. Quanto mais eu precisaria pra poder lhe compor? Qual tempo seria esse? Qual tempo esse que gastei – que foram bem investidos – em descobrir palavras que pudessem lhe conter? E que foram inúteis pra mim e talvez revelador pra você, penso eu. Desde antemão já pensava sobre esse depoimento e previa que as palavras – alvoroçadas por escolhidas – não fechariam com o objetivo de relatar. E creio eu que posso causar problemas com o dicionário, tentando lhe atribuir relação com seus milhares de palavras. Imagine? Conjunto dos vocábulos de uma língua ou dos termos próprios de uma ciência ou arte, dispostos por ordem alfabética e com a respectiva significação: você. Como eu já tinha dito: você não cabe nas palavras e é um absurdo assim defrauda-las.

DISCIPLINA

•Setembro 2009 • 3 Comentários

APOCALIPSE 3:15-22

(15) Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! (16) Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. (17) Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu), (18) aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os olhos com colírio, para que vejas. (19) Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te. (20) Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo. (21) Ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono. (22) Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.

A palavra “disciplina” deriva-se de “discípulo” e tanto uma quanto outra palavra, ambas tem origem do termo latino para pupilo que, por sua vez, significa instruir, educar treinar. Discípulo pode significar também “aquele que segue”.
Logo, posso concluir que disciplina seja aquilo que “deve ser seguido”.

Que interessante! Em apocalipse 3:20, temos um texto que usamos bastante, “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.” O que me chama muito a atenção ao olhar para esse texto, é que ele vem logo após o 19, que diz “repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te.” Sempre que olhava para essa afirmação, imaginava um Deus que pune aquele que ama e que, chamando a atenção, o repreende e castiga. Mas como não há indicação nenhuma de que o autor mudou de assunto do 19 para o 20, penso que bater à porta é um exemplo didático sobre disciplina e repreensão. É como se Deus estivesse nos mostrando como é que ele disciplina e como ele repreende.

É como se estivesse dizendo no verso 19  e exemplificando no 20, algo como: “Eu te convido a me seguir e reforço o convite” ou “Eu crio todas as possibilidades, viabilizo as condições para me seguir e disponho diante de ti, eu te relembro, eu falo, explico, mostro novamente, por isso arrependa, por que eu estou disciplinando (mostrando aquilo que se deve seguir) você para o arrependimento. E isso é simples, é como se eu estivesse à porta batendo, se alguém me ouve, o que se faz? Se se responde, a porta é aberta e eu entro e ceio com ele, e ele comigo.” (versão mais que atualizada)

Para mim, a porta é a imagem da disciplina, do que se deve seguir, a coisa certa a se fazer. E o bater na porta como a repreensão de Deus para seus filhos amados, o repetitivo convite à segui-lo. O que mais me alegra é que Deus não está colocando empecilho nenhum para que possamos relacionar com ele, mas sim criando possibilidades para que o possamos seguir. Criando meios, possibilidades, disciplinas. Nos convidando para fazer o que é necessário para relacionar com ele: OUVIR A SUA VOZ e corresponder ao seu convite. Isso é disciplina! É o próprio Deus criando caminhos e meios para nos instruir no que deve ser feito. Dessa forma, eu olho o texto de apocalipse acima, e vejo o quanto Deus é amoroso,  aconselhando o seu povo. Atraindo-nos à verdade!

Palavras

•Setembro 2009 • 4 Comentários

Palavras tão soltas
Palavras ao vento
Palavras tão tolas
Vagos pensamentos

Não sei os sentidos
Nem sempre é o que digo
Revelam demais
Revelam de menos

Mas expressam
Falam de tudo
De nada

Um pouco do que vivo
(Muito do que quero, do que desejo)

Palavras amigas
Palavras ambíguas
Sem nexo
Plexos de conceitos
Diversificado em seus efeitos

mas ainda, apenas Palavras

Hallal

•Agosto 2009 • 1 Comentário

Estava pensando acerca de louvor. Temos a tendência de pensar louvor como música, e como Cristãos temos o costume de conferir no grego, no aramaico e no hebraico os significados para entendermos melhor esse termo e outros na bíblia. Mas percebi também que as vezes, somos tão rasos em compreender as palavras até mesmo na nossa velha e complexa língua portuguesa, que fico pensando será que essa busca nas línguas mortas dos significados sobre esse termo não nos deixa um tanto confusos?

A palavra Louvor no português significa “elogio”. No entanto o elogio acontece mediante um reconhecimento. Elogiar é tecer um louvor em reconhecimento a alguém. Será que louvor para nós cristãos brasileiros não deveria nos fazer pensar muito mais como reconhecimento de e sobre Deus do que a música que eu canto para Deus? É claro que a música pode nos fazer reconhecer Deus, mas o reconhecimento acontece fora da música. Esta por sinal é somente um reflexo, uma expressão que acontece, que é gerada a partir de um (re)conhecimento. Na verdade creio que a arte é em si um reconhecimento da Realidade. Uma expressão da realidade que eu reconheço enquanto artista e uso técnicas para expressá-la.

Mas ainda é mais sacro o hebraico do que o tanto que pode ser expressado pelo nosso velho português. Pelo menos em nossas cabeças evan-gélidas.

Um do outro

•Agosto 2009 • Deixe um comentário

Velas nos castiçais,
Flores pelos umbrais
Sombras tão pueris,
Traspassam.
E abraçam os seus abraços
Pelos meus braços

Pernas entrelaçar,
Beijos estralar,
Mãos seguem na estrada,
Suores.
Beijos cálidos,
Nos meus, os seus lábios

Me perco em você
Té sem saber porquê
Em gritos de amores,
Sussurros
Seu corpo domina o meu
Meu corpo dorme no seu

Como dois amantes
Ainda eqüidistantes
Mas somos coabitantes,
Unicorporeo
Nem sei quando sou eu,
Quando é você e eu

Um que disse sobre um pro outro
Que disse um do outro
Que disse
Nem sei mais quem sou eu

Um queria ser mais um do outro
Que sabia um mais que o outro
Que seria
Nem mais eu e você

Um que vive dentro um do outro
Que vive sobre o outro
Que vive
Nem sei mais quem sou eu

Nós e nossos sacrifícios.

•Agosto 2009 • 3 Comentários

Hoje fizemos um jejum coletivo, e não que eu tenha qualquer sentimento ou opinião contra o jejum. Jejuar é bom, é uma maneira de pararmos e reconhecermos quem Deus é em nós, reconhecendo que ele está acima de nossas necessidades mais básicas de alimentação. E na minha mente, qualquer disciplina “espiritual” deve ter esse única finalidade, servir como um meio, uma ferramenta para que eu possa reconhecer o Deus Verdadeiro e Único, e assim trazê-lo de volta para ocupar o lugar dele na minha realidade.

Por isso, quero pensar juntos acerca de sacrifício. Jesus ofereceu o sacrifício eterno e perfeito. (Hb.) Assim, não existe possibilidades para que eu ofereça qualquer sacrifício a Deus, que não esteja aquém ao de Cristo. Era impossível que eu agradasse a Deus por mim mesmo, mas ele mesmo tornou isso possível através de Jesus. A única coisa que eu preciso fazer agora é acreditar.

Com isso, acredito que a adoração, a devoção, o jejum, a generosidade, todas essas disciplinas “espirituais” devem deixar de ter peso sacrificial para nós e tornar se parte de uma decisão de aproximar de Deus acreditando que ele existe e dando para ele o lugar que lhe é digno. A decisão de conformar-me à sua aceitação, à sua vontade, ao seus caminhos, de reconhecê-lo Senhor, Deus, Dono, Autor, Criador, Mestre, Amado.

Se qualquer jejum, não partir de uma decisão racional e razoável desse reconhecimento acerca de quem Deus é, corre o risco de se tornar simplesmente mais um sacrifício ineficaz. Qualquer adoração, oração, bíblia, pregação, levantar as mãos, ajoelhar-se. Qualquer tentativa de nos tornar mais aceitos diante de Deus. Não é preciso mais sacrifícios, mas sim um coração conformado à Deus. Álias, qualquer sacrifício se tornou ineficaz a partir da morte de Jesus, o Cristo.

Metade vazio, sempre dá para encher mais um pouco.

•Agosto 2009 • 2 Comentários

É uma brincadeira bem legal. Recebi de uma amiga e gostei. Aqui terão algumas coisas sobre mim, que pode ser que você saiba ou não, em nenhuma ordem especial. Gostei e resolvi postar:

Nome: Marco Antonio Faria

Quantidade de velas no teu último aniversário: 20 e todos

Tatuagens: Ainda não.

Piercings: Alargadores

Já foi à África: Ainda não. Quiça no próximo ano, hein!?!

Já ficou bêbado: Já! você não?!

Já chorou por alguém: Sim

Peixe ou carne: Carne = Picanha mal passada. Carne sempre suculenta, detesto carne ressecada na brasa. Argh!

Músicas preferidas: As brasileiras

Cerveja ou Champanhe: As duas, cada uma na sua.

Metade cheio ou Metade vazio: Metade vazio, sempre dá para encher mais um pouco.

Lençóis de cama lisos ou estampado: Liso

Filme preferido: Hoje: Moulin Rouge – O Amor em vermelho, ONCE, Dançando no escuro, putz… alguns hein!

Flores: Orquídeas

Coca-Cola simples ou com gelo: De um litro, garrafa de vidro, com gelo e limão.

Quem dos teus amigos vive mais longe: A maioria dos meus amigos estão longe

Quem você acha que vai responderia a esse e-mail mais rápido: Responder mais rápido não vai dizer nada sobre nenhuma das pessoas para quem estou mandando. O simples fato de responderem, já dirá tudo.

Quantas vezes você deixa tocar o telefone antes de atender:  Até que eu ouça… ou melhor perceba… rs

Qual a figura do seu mouse-pad: Sem mouse pad… estou no notebook e meu touch-pad tem listras horizontais na extrema esquerda ocupando 15% do seu espaço.

Pior sentimento do mundo: Qualquer sentimento desequilibrado pode ser nocivo.

Melhor sentimento do mundo: Os sentimentos, cada um deles, tem finalidades impares em nossa existência, curta cada um na medida certa.

O que uma pessoa não pode ter para ficar com você: Desonestidade

Qual o primeiro pensamento ao acordar: Onde estou? Que voz é essa? Normalmente eu não sei o que estou pensando quando acordo. É estranho, parece ser igual a recomeçar.

Se pudesse ser outra pessoa, quem seria: Nem se pudesse eu queria ser outra pessoa. Não valeria ser outro nessa altura do campeonato.

O que você nunca tira:  Estou usando piercing segmentados tipo argola, então não os tiro para nada, álias, para tirá-los tenho que ir no bodypiercing por que precisa de um alicate tipo pinça para tirar e é toda uma história… rsrs

O que você tem debaixo da cama: Tênis e coisas perdidas, as vezes.

Qual livro você está lendo: “A Verdadeira Espiritualidade”, Francis Schaeffer

Uma saudade:  Minha Família. Saudade, saudade, sódade, só idade, só com a idade. Acho que sinto pouca saudade, sinto mais falta, mas não o tempo todo. Só em alguns momentos.

Uma característica sua: Hmmmm? Questionador

Decepções que teve em sua vida: Eu sou um cara sensível. Já tive várias decepções, sobre várias coisas na vida. Mas percebi que como na arte, na música por exemplo, a construimos com sons e silêncios, a vida nos transforma em quem somos assim: concepções e decepções.

Lugares em que morei: Contagem/MG e Piratininga/SP

Programas de TV que assistia quando criança: Xou da Xuxa, Sitio do Pica Pau Amarelo, Canta Conto, Bozo, Mara Maravilha, Qual é a Música, Silvio Santos, e mais um monte.

Programas de TV que assisto hoje: CQC, Altas Horas, Café Filosófico, Roda Viva

Lugares em que estive e voltaria: Kun Ming e Beijing na China. Na Suiça – principalmente em Genebra e Montreux. Ilha Grande/RJ, Ilha do Mel/PR, Montevidéu/Uruguay. Na verdade tenho mais lugares que eu ainda quero ir, que acho que não vai dar para voltar nesses.

Formas diferentes que me chamam: Marco, Marcos, Marco Antônio, Dotô, Sinhô, Mestre, Poeta, Marquinho e Marcão (estes com mais frequência) Cotonho, Tonho, Tonhão, Toppo, Mocotó e etc (esses ocorrem às vezes) rsrs

Comidas Favoritas: Carne, pão e nutella. Também gosto de Ruculá, tomate seco e mussarela de búfala.

Lugar em que desejaria estar agora: Em Buenos Aires, é um fetiche… sempre que penso estar em algum outro lugar, me imagino escrevendo um livro em Buenos Aires.

Espero que este ano possa: Lançar de vez meu show, tocar em várias lugares e enfim gravar um EP(épêzinho simples com 6 musiquinhas)

Diversão: Ouvir música, assitir filmes, conversar fiado e caminhar a ermo e esmo pensando na vida.